Medo Bom e Medo Ruim

Atualizado: Jan 20

De instinto básico de preservação a paranoia total.


Significado de medo no Dicionário Aurélio de Português:

"Estado emocional resultante da consciência de perigo ou de ameaça, reais, hipotéticos ou imaginários., Ausência de coragem., Preocupação com determinado fato ou com determinada possibilidade., Alma do outro mundo., Ausência de coragem., Preocupação com determinado fato ou com determinada possibilidade."



Um sentimento normal do ser humano bem como a ansiedade, a alegria e a tristeza, o medo faz parte de nossas vidas e tem uma função: nos proteger daquilo que ameaça a nossa sobrevivência. Esta é uma função importantíssima que requer um sentimento poderoso a altura, por este motivo o medo tem o poder de gerar efeitos fisiológicos como a alteração dos batimentos cardíacos e até mesmo paralisar uma pessoa completamente.

Mas e quando sentimos medo perante alguma situação que não oferece tal ameaça à sobrevivência, é natural ou não é? O medo é normal até certo ponto e a chave é descobrir quando não é mais.





Vamos analisar duas situações clichês para elucidar esta questão:

Situação um: um bebê pequeno chora no berço, sente fome e sede, temendo instintivamente pela sua vida, pois depende da mãe para sobreviver. Sem ela, ou alguém que lhe cuide, diante de sua total falta de autonomia, ele pode morrer ali sozinho sem conseguir se alimentar ou defender.

Situação dois: um jovem de vinte e poucos anos com constantes crises de ansiedade devido ao seu temor de ser abandonado pela noiva, passa a noite às lágrimas deitado em sua cama.

As duas situações tem suas semelhanças e é compreensivo o medo nos dois casos, entretanto não é benéfico que a intensidade do medo seja igual.

Na primeira situação o bebê realmente corre risco de morte, na segunda não, o jovem não corre este risco caso seja deixado pela noiva. Ele tem autonomia o suficiente para sobreviver, e embora mentalmente ele possa ter essa compreensão, emocionalmente é como se não tivesse, fato esse que envolve um conjunto de fatores que vêm a tona na terapia.


"O medo é normal e necessário até certo ponto e a chave é descobrir quando não é mais".

É fundamental que nós aprendamos a identificar quais medos tem uma intensidade maléfica a ponto de sabotar projetos, minar a felicidade, destruir relacionamentos, e mais um sem fim de malefícios.

Por este motivo nas terapias o medo é um dos principais sentimentos a ser tratado, ele tem muito poder devido a sua grande responsabilidade (lembre do senhor Benjamin Parker), podendo nos proteger eficientemente de perigos reais e causar enormes estragos quando atrelado à paranoias.

A união das técnicas Barras de Access com Florais de Bach é especialmente eficiente para diluir medos não naturais, não afetando de forma alguma o medo necessário.

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